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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A Onça - Enviada por Ângela Côrtes de Serra do Salitre - MG

Ao voltar de um exaustivo dia de caça, trazendo segura nos dentes uma pequena corça, a onça encontrou sua toca vazia. Imaginando que os filhotes estivessem nas imediações, pôs-se a procurá-los com diligência. Olhou e examinou cada canto, sem encontrá-los. Preocupada com a demora que se tornava séria, desesperou-se e tomada de pânico esgoelou-se em urros que encheram de espanto toda a floresta.

Uma anta decidiu indagar a respeito da ocorrência. Chegando junto à toca viu a onça desatinada e então, jeitosamente, procurou saber dela o que estava acontecendo.

Devoraram-me os filhotes! - gemeu a onça. Infames esses caçadores que cometeram friamente o maior de todos os crimes: mataram os meus filhos.

A anta conciliadora, porém franca, não deixou que a oportunidade se passasse sem que ela dissesse à onça certas verdades que embora dolorosas, careciam ser ouvidas por ela naquele momento.

Então lhe falou:

- Mas senhora onça, se analisar bem o fato, há de convir que suas acusações não procedem. Perdoe-me a franqueza, nessa hora de desespero. Respeito a sua dor, mas devo dizer-lhe que os caçadores fizeram apenas uma vez aquilo que a senhora pratica todos os dias. Não pode negar que vive sempre a comer os filhotes dos outros, não é verdade? Ainda agora mesmo acabou de abater um filhote de corsa.

Tomada de indignação, a onça arregalou os olhos como que espantada pela coragem e atrevimento da anta, falando com um ódio mortal:

- Oh, estúpida criatura! É isso que você tem a dizer para consolar o meu coração ferido pela dor? Com que direito você se atreve a comparar os meus filhos aos filhotes dos outros? E como pode comparar o meu sofrimento e desolação ao dos demais? É preciso considerar primeiro a minha posição, em relação à dos outros animais, para depois ponderar sobre a situação.

Foi nesse momento que um velho macaco, bem do alto do seu galho assistia ao diálogo, falou como quem está revestido de autoridade:

- Amiga onça, é sempre assim,

a dor alheia

só atinge aos sensíveis,

jamais ao egoísta.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA




Dois amigos encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.

O outro usava muleta e, não podendo fugir, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto.

O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora (dizem que urso não mexe com quem está morto).

O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que o urso tinha cochichado em seu ouvindo:
- Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo.



Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar.
Salmo 41.9

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O que qui a pulga perguntou ao pulgo?

O que a pulga perguntou ao pulgo?
- Vamos a pé ou de cachorro!!!

"gracas a deus"

O cara comprou um cavalo que pra ele correr,tinha que dizer GRAÇAS a DEUS,e pra parar era,CRUZ CREDO.
Ele estava andando com o cavalo,e disse: - GRAÇAS a DEUS!
E o cavalo saiu correndo desesperado.Ele esqueceu a palavra que fazia o cavalo parar.Ele estava chegando perto de um precipício,quando chegou na beirada do precipício ele lembrou:
- CRUZ CREDO!
o cavalo parou,e ele aliviado disse:
- GRAÇA a DEUS!
O Papagaio
O freguês entrou na loja de animais e disse ao vendedor.
- Queria um papagaio que fosse muito especial!!
Disse o vendedor:
- O senhor chegou na hora certa! Temos um Bilíngüe, se levantar a patinha direita, ele fala inglês. Se levantar a patinha esquerda ele fala francês.
Então o freguês pergunta.
- E se levantar as duas patinhas?
O papagaio respondeu:
- Ai eu caio né mané!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Cachorrinho Esperto

Um dia, numa expedição na África, um cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisso vê bem perto uma pantera correndo em sua direção. Ao perceber que a pantera vai devorá-lo, pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-los.

Então, quando a pantera está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz: "Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer!" A pantera pára bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho, pensando: "Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!"

Um macaco que estava trepado em uma árvore perto e que havia visto a cena, sai correndo atrás da pantera para lhe contar como ela foi enganada pelo cachorro. O macaco alcança a pantera e lhe conta toda a história. Então, a pantera furiosa diz: "Cachorro maldito! Vai me pagar! Agora vamos ver quem come a quem!"

"Depressa!", disse o macaco. "Vamos alcançá-lo".

E saem correndo para buscar o cachorrinho. O cachorrinho vê que a pantera vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas. "Ah, macaco desgraçado! "O que faço agora?", pensa o cachorrinho.

Ao invés de sair correndo, o cachorrinho fica de costas como se não estivesse vendo nada, e quando a pantera está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz: "Maldito macaco preguiçoso! Faz meia hora que eu o mandei me trazer outra pantera e ele ainda não voltou!"

O Padre e a Onça

O padre estava passeando pela floresta quando viu uma onça que corria em sua direção. O padre começou a correr e quando ela estava quase alcançando-o, ele teve uma idéia brilhante.

Parou, ajoelhou-se, ergueu os braços para o céu e começou a rezar:

"Senhor, faça com que essa onça tenha princípios cristãos!"

Então a onça parou abruptamente, também ergueu as mãos para o céu e disse:

"Senhor, abençoai esse alimento que vamos comer..."

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Três ratitos

estão num bar a conversar e a gabar-se das suas maiores façanhas.
Diz o primeiro:
- Uma vez comi um saco de veneno para ratos sozinho!
Diz o segundo:
- Ora, isso não é nada! Uma vez fui apanhado numa armadilha para ratos e parti-a toda!
Diz o terceiro, conforme pousa o copo:
- Bem... Vou-me embora... Vou para casa, atazanar a vida ao gato...

Canguru enchendo a cara num bar!

Um canguru entra num bar na Austrália e pede um úisque.
O barman fica completamente atónito mas lá lhe serve o uísque.
O canguru bebe-o e, no fim, pergunta:
- Quanto é?
- 25 euros.
O canguru paga e dá meia volta para se ir embora quando o barman lhe diz:
- Desculpe, mas... É que eu já cá estou há uns vinte anos... E decerto compreenderá que é coisa rara, um canguru entrar aqui a pedir uma bebida...
- Pudera... Com o uísque a este preço...

Bichos

Para escolher um animal de estimação, você deve levar em consideração o local onde mora, o quanto de dinheiro tem para comprá-lo e para sustentá-lo, seu temperamento e o temperamento do animal. No caso dos cães alguns são muito agitados como o Pincher ou cães de companhia como o Poodle... Você pode fazer pesquisa em vários sites e pesquisar suas possibilidades e necessidades que combinam com a dos animais que você escolheu e pronto, você mesmo estará apto a escolher um bichinho de estimação.