terça-feira, 2 de setembro de 2008

Confusão no velório



Eram dois pescadores gêmeos.
Um casado e o outro solteiro.
O solteiro tinha uma lancha de pescaria bem velha.
Um dia, a mulher do casado morre.
E, como desgraça nunca vem só, a lancha do irmão solteiro afunda no mesmo dia.
Uma senhora, dessas velhotas curiosas e fofoqueiras, soube da morte da mulher e resolve dar os pêsames ao viúvo, mas confunde os irmãos e acaba falando com o irmão que perdeu a lancha.
- Eu só soube agora. Que perda enorme. Deve ser terrível para você.
O solteiro, sem entender direito, explicou:
- Pois é. Eu estou arrasado. Mas é preciso ser forte e enfrentar a realidade. De qualquer modo, ela já estava bem velha. Tinha o traseiro todo arrebentado, fedia a peixe e vazava água como nunca vi. É verdade que ela tinha uma grande racha na frente e um buraco atrás que, cada vez que eu usava, ficava maior. Mas eu acho que o que ela não agüentou foi que eu a emprestava a quatro amigos que se divertiam com ela. Eu sempre lhes disse para eles irem com calma, mas desta vez foram os quatro juntos e aí foi demais para ela...
A velhinha fofoqueira enfartou

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

A lição do bambu chinês




Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada,

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu,

Mas, uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical
e horizontalmente pela terra está sendo construída.

Um escritor americano escreveu:

“Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês”:
você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento,e, às vezes não vê nada por semanas, meses, ou anos.
Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará, e, com ele, virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava...

O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos,de nossos sonhos... especialmente no nosso trabalho,
(que é sempre um grande projeto em nossas vidas)

É que devemos lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.

Tenha sempre dois hábitos:

Persistência e Paciência, pois você merece alcançar todos os sonhos!!!

É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

SUPERMERCADO DO CÉU



Há muito tempo, eu andava pela estrada da vida.
Um dia, vi um letreiro que anunciava:
"Supermercado do Céu"!
Aproximei-me. Chegando perto, uma porta se abriu.
Sem me dar conta, lá estava eu, dentro, de pé.
Vi um exército de anjos, anjos por toda parte.
Um me deu uma cesta e disse:
Meu filho, faça bem as suas compras!
E o que não puderes carregar, podes buscar outro dia.
Tudo o que um cristão necessita, estava ali.
Eu não perdi tempo e comecei a circular pelo super.
Primeiro, comprei PACIÊNCIA, CARIDADE estavam na mesma seção.
Mais à frente, havia COMPREENSÃO.
Peguei um pacote, mas resolvi pegar mais porque a gente sempre precisa dela.
Comprei, ainda, uma caixa de SABEDORIA e três de FÉ. Detive-me a contemplá-la.
Era o ESPÍRITO SANTO.Ele enchia tudo.
A SALVAÇÃO era gratuita e acabei pegando bastante, para mim e para vocês.
Com minha cesta quase cheia, dirigi-me ao caixa para pagar a conta.
Já tinha o necessário para fazer a vontade de Deus.
Enquanto passava pelos corredores, vi ORAÇÃO e também coloquei-a na cesta, pois sabia que lá fora iria encontrar o pecado.
No caminho pro caixa, havia balaios com CANTO e LOUVORES. Peguei vários de ambos.
Chegando minha vez no caixa, um anjo passou todas as mercadorias.
Feitas as somas perguntei: - Quanto devo?
O anjo olhou para mim e sorriu. Disse-me para levar tudo aquilo por onde eu andasse e acrescentou:
Meu filho, Jesus pagou a sua conta há muito tempo, no Monte Calvário!
Faça bom uso das compras.
Vá em paz e volte sempre.


(autor desconhecido)

Lenda oriental



Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:


- “Que tipo de pessoa vive neste lugar?

- “Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem?” - perguntou por sua vez o ancião.


- “Oh, um grupo de egoístas e malvados - replicou o rapaz. Estou satisfeito por ter saído de lá.”


A isso o velho replicou:

- “A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui.”


No mesmo dia um outro jovem se acercou do Oásis para beber água e, vendo o ancião, perguntou-lhe:

- “Que tipo de pessoa vive por aqui?”


O velho respondeu com a mesma pergunta:

- Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?


O rapaz respondeu:

- “Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por tê-las deixado”.


- “O mesmo encontrarás por aqui”- respondeu o ancião.


Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho :

- “Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?


Ao que o velho respondeu:

- “Cada um carrega em seu coração o meio ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa em nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto”.

Uma das fábulas mais interessantes

e menos conhecidas de Esopo conta a história de dois castores que pouco se falavam, mas moravam em rios que corriam paralelos.

Um dia, em meio à construção de um enorme dique para conter o rio que teimava em se encher com a água da chuva, o castor do Rio da Direita notou, exausto, que os galhos estavam terminando. Sem graça, gritou, então, ao castor do Rio da Esquerda, se ele poderia doar um ou dois galhos.

Voaram dois galhos por sua cabeça, que o castor agoniado tratou de enfiar pelo amontoado de galhos que já começava a mostrar sinal de fraqueza. Desesperado, o castor tratou de ajeitar os galhos aqui e ali, até que, em pânico, perguntou mais uma vez ao castor do Rio da Esquerda se ele poderia jogar mais dois ou três galhos. Nem bem os galhos voaram para o seu lado, o castor, nervoso, encaixou-as em meio à pilha de galhos que agora tremiam como uma geléia e estancou, paralisado, à espera do pior.

Alucinado, gritando por socorro, pela primeira vez em sua vida o castor do Rio da Direita subiu, atabalhoado, a encosta do seu rio e já ia descer correndo para dentro do Rio da Esquerda, quando parou, chocado com o que via.

No Rio da Esquerda havia um outro dique, enorme e resistente, a conter a força da água. Deitado sobre ele, roendo calmamente um folha de árvore, estava o outro castor, que observava as centenas de galhos que haviam sobrado, flutuando à sua frente... Antes que o castor do Rio da Direita pudesse se arrepender de algo, o seu pobre dique arrebentou.

Em questão de minutos o rio transbordou, afogando o apavorado castor e cobrindo com enormes ondas o Rio da Esquerda – que engoliu o outro castor, sua folhinha de árvore e as centenas de galhos que haviam sobrado.

Uma lição que se pode tirar desta história é que... não adianta querer cuidar do seu rio sozinho

Fábula: Quando Deus criou o macaco, disse-lhe:

“Serás macaco, saltarás de árvore em árvore, viverás fazendo graça para que os demais se divirtam, serás macaco e viverás durante vinte anos“. O macaco levantou o olhar e pediu a Deus: “Mas, Senhor, vinte anos fazendo tantas palhaçadas, por que não me tiras dez anos?” Deus aceitou e foi assim que, desde então, o macaco vive dez anos. Quando Deus criou o cachorro, disse-lhe: “Serás cachorro, comerás as sobrs do homem, cuidarás da casa do homem, serás cachorro e viverás vinte anos“. Então o cachorro elevou seu olhar e pediu-lhe: “Mas, Senhor, vinte anos comendo sobras e cuidando de casas? Tira-me dez anos“. E desde então o cachorro vive dez anos. E quando Deus criou o burro, disse-lhe: “Serás burro, trabalharás de sol a sol, outros guiarão teu destino, levarás todas as cargas em teu lombo, serás burro e viverás sessenta anos“. E o burro, por sua vez, pediu a Deus. “Mas, Senhor, viverei trabalhando tantos anos sem ter minha própria decisão e todos os dias de sol a sol? Sessenta anos? Por que não me tiras quarenta?” E desde então o burro vive vinte anos. Então Deus criou o homem e lhe disse: “Serás homem, te darei a inteligência suprema entre os animais, capacidade para a criação, organização com liberdade, serás homem e viverás vinte anos“. E o homem, como os seus anteriores, também reclamou uma modificação de sua condição: “Mas, Senhor, és tão bondoso, me dás tantas riquezas, mas tão poucos anos, não podes me dar os quarenta do burro, os dez do cachorro e os dez do macaco?” Foi desde então que o homem vive vinte anos de homem, em sua livre juventude, quarenta de burro, trabalhando de sol a sol e quando se aposenta, dez anos de cachorro e dez anos de macaco, cuidando das casas dos filhos e fazendo palhaçadas para que os netos se divirtam. [Masafumi Sakanashi, Aikido - o desafio do conflito, p.76-7, 2003]

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segunda-feira, 18 de agosto de 2008